Crónica

Pateta com sono

Hoje ri-me muito com algo que escrevinhei nos primórdios de 2018. Tinha acabado de ler um livro para crianças sobre múmias.

Estou cansado da roda-viva a que me ofereço.

São duas da manhã e escrevo na cama, ciente da minha condição de morto-vivo do dia seguinte. 3 de janeiro, consta nos calendários e nas bocas digitais do mundo. 3 de janeiro, e este compreende toda uma panóplia de antecedentes. Compreende um 1 e um 2, um dezembro, e um dois mil e dezoito. Para mim, é como se desse corda ao mesmo relógio estragado que me aparelha.

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